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Daniel Sanchez campeão ou a
vitória que ficou em casa
Daniel Sanchez é o vencedor da edição 2011 da Taça do
Mundo do Porto/Matosinhos. O espanhol que representa o FC Porto reeditou um
triunfo que lhe escapava que lhe escapava desde 2006, depois de ter ganho
esta prova no seu ano de estreia, 1995. Na final, tudo parecia indicar que seria Caudron a
revalidar o triunfo do ano passado, pois o belga, jogador muito frio e que
comete poucos erros, fez o 2-0, ante um Sanchez que, sem jogar mal, dispunha
de poucas oportunidades para inverter a tendência.
Sanchez junta-se a Caudron na grande final da Taça do Mundo Daniel Sanchez ou Frédéric Caudron. Um deles será o
grande vencedor da edição 2011 da Taça do Mundo do Porto/Matosinhos. Depois
de o belga, na primeira meia-final de domingo de manhã, ter afastado o
campeão europeu Dick Jaspers, o campeão do Mundo Daniel Sanchez “cilindrou”
o excelente “outsider” Cho Jae Ho, da Coreia do Sul, por 3-0.
Frédéric Caudron é o
primeiro finalista O belga Frédéric Caudron é o primeiro finalista da Taça
do Mundo de Bilhar do Porto/Matosinhos. Derrotou, na primeira meia-final, o
campeão da Europa e favorito holandês Dick Jaspers, por 3-2, numa partida
excepcional. Caudron fechou os dois primeiros sets em apenas 12 entradas,
consentiu depois o empate a dois e fechou na negra. Acabou com a média de
1,742, Jaspers ficou com 1,705. A melhor série foi de oito carambolas, uma
vez para cada um dos semifinalistas.
Dani Sanchez no seu melhor No dia da grande selecção dos melhores, na Taça do Mundo
de Bilhar do Porto/Matosinhos, o espanhol Daniel Sanchez, jogador do FC
Porto, esteve ao seu melhor nível e garantiu um lugar nas meias-finais de
hoje, em que vai defrontar o surpreendente coreano Cho Jae Ho. A outra
meia-final é a esperada, entre Dick Jaspers e Frédéric Caudron.
O material do bilhar carambola
As mesas
Um mundo fascinante
Há muito mais para descobrir sobre a evolução de uma mesa de bilhar, dos
primórdios até ao que hoje conhecemos, do que pensará o comum adepto desta
modalidade.
A história de uma mesa de bilhar poderia começar como tantas outras. Era uma
vez… uma modalidade pensada para fugir aos rigores invernais, sobretudo a
chuva. A origem é controversa, desde logo porque é reclamada por vários
países, desde a Inglaterra à Espanha passando pela Índia. Os primeiros
registos de algo parecido com bilhar remontam ao Século VI a.C. e dão conta
de um jogo em que umas bolas rudimentares são empurradas por uns arcos com a
finalidade de baterem umas nas outras.
Rui Manuel assustou Legazpi
e Pedro Pais não resistiu Abertura oficial Eram 11 horas em ponto, tal como previa o programa do torneio, quando foi dado início à cerimónia de abertura da Taça do Mundo de Bilhar, no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. Rui Manuel joga às 14h30
Pedro Pais às 19h30
Mário Aranha lançou a teia
e entrou na qualificação Mário Aranha, jogador do Leixões, foi o único dos cinco jogadores portugueses que na quarta-feira jogaram a pré-qualificação da Taça do Mundo de Bilhar a garantir o acesso à fase de qualificação desta quinta-feira. De fora ficaram João Pedro Ferreira, Santos Oliveira e Alípio Jorge, todos do FC Porto, e Vasco Gomes, do Benfica.
Jogadores portugueses em
destaque A fase de pré pré qualificação da Taça do Mundo do Porto/Matosinhos, em bilhar três tabelas, voltou a ter marca portuguesa. João Pedro Ferreira, Santos Oliveira e Alípio Jorge, todos do FC Porto, e Mário Aranha, do Leixões, carimbaram a passagem à fase seguinte, a pré-qualificação, que vai disputar-se esta quarta-feira no Centro de Desportos e Congresso de Matosinhos.
Press10 - 03 | 07 | 11 Press10 - 03 | 07 | 11 Press 9 - 02 | 07 | 11 Press 8 - 02 | 07 | 11 Press 7 - 01 | 07 | 11 Press 6 - 01 | 07 | 11 Press 5 - 30 | 06 | 11 Press 4 - 29 | 06 |11 Press 3 - 28 | 06 |11 Press 2 - 28 | 06 |11 Press 1 - 25 |06 |11
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Melhor série Frederic Caudron
Melhor Média Particular HEO HAN
As mesas de bilhar Um mundo fascinante Há muito mais para descobrir sobre a evolução de uma mesa de bilhar, dos primórdios até ao que hoje conhecemos, do que pensará o comum adepto desta modalidade. A história de uma mesa de bilhar poderia começar como tantas outras. Era uma vez… uma modalidade pensada para fugir aos rigores invernais, sobretudo a chuva. A origem é controversa, desde logo porque é reclamada por vários países, desde a Inglaterra à Espanha passando pela Índia. Os primeiros registos de algo parecido com bilhar remontam ao Século VI a.C. e dão conta de um jogo em que umas bolas rudimentares são empurradas por uns arcos com a finalidade de baterem umas nas outras. Uma mesa de bilhar oficial tem como medidas externas 3,10m por 1,70m, e internas de 2,84m/1,42m. É formada por uma estrutura metálica onde é assente um plano de ardósia - aquecido entre 22º e 25º, para evitar ao máximo o atrito, daí o termo “tabelas aquecidas” de que se fala quando se trata de bilhar de competição -, revestido por um pano apropriado, bastante rápido, actualmente exclusivamente de cor azul ou verde. Sobre essa estrutura existe um conjunto de tabelas que faz o fecho do jogo, composta por madeira e borracha apropriada. O preço Quanto pode custar uma mesa de bilhar? De competição, parecida com as que são utilizadas nesta Taça do Mundo, pode ir dos 4500 aos 10 000 euros. A construção-base é hoje totalmente mecânica, seguindo-se depois um trabalho artesanal, de forma e design, que justifica aquele grande intervalo no custo final. Para os que queiram (e possam) pensar nisso, uma mesa para ter em casa, sem ser de competição, pode adquirir-se a partir dos 1500 euros. As mesas desta Taça do Mundo são de um fabricante português, os Bilhares Carrinho, que hoje em dia “ousa” competir com os tradicionais dominadores de Bélgica, França, Holanda, Dinamarca e Espanha. A manutenção Uma mesa de bilhar pode ser eterna, ou quase, dependendo naturalmente muito do uso e do trato. Menos resistentes são materiais, como a borracha onde as bolas batem, por baixo do pano, e o próprio pano. Ainda assim, as borrachas podem durar cerca de 15 anos e os panos à volta de um ano. As bolas de bilhar Uma só fábrica em todo o Mundo Por estranho que possa parecer, existe uma única fábrica em todo o Mundo que produz as três bolas mágicas com que se joga o bilhar carambola. Trata-se da belga Saluc, que tem essa patente mundial. As bolas também têm nome, sendo sempre designadas por Aramith. As bolas são feitas de uma liga resinosa estudada e trabalhada para substituir o marfim, de há muitos anos interdito em defesa dos animais. Essa liga já trás de origem a cor com que conhecemos as bolas – branca, amarela e vermelha. O tempo de vida de uma bola ou jogo de bolas é de cerca de um ano, dependendo um pouco da intensidade do uso e do tratamento, designadamente a qualidade das mesas. Uma vez “reformadas”, as bolas de bilhar são muito apreciadas como objectos de decoração, troféus, pisa-papéis e até porta-canetas. Os tacos A peça mais preciosa Mais ainda do que as mesas, os tacos são a peça do bilhar de competição que mais frequentemente sofre alterações tendentes a aumentar a sua qualidade e precisão. Existem tacos de vários tipos, e os mais indicados para três tabelas têm um peso aproximado entre 500 e 550 gramas. O diâmetro da ponta deve ser de 12 milímetros e a ponteira certa tem uma altura média de oito milímetros. O material utilizado é naturalmente a madeira, mas não uma madeira qualquer. Apenas uma, denominada “maple” – a mesma designação adoptada para os sofás deriva da utilização do mesmo material. Provém, de uma árvore chamada “Acer”, é de coloração branca ou rosada e a madeira e árvores de melhor qualidade podem encontrar-se no Canadá, por esse motivo também um “gigante” no fabrico dos tacos. Decoração e cor dependem da imaginação No que toca à cor e à decoração dos tacos, é tão variável que não existe um estereótipo e, curiosamente, esses são dois dos aspectos que mais interferem no custo final do objecto, sobretudo pelas incrustações requeridas pelo cliente e pelo trabalho artesanal requerido. Um taco de competição pode custar entre 200 e… 1500 euros. Tamanha diferença tem a ver com o já referido trabalho e ainda com os contratos celebrados entre as empresas construtoras e os jogadores, geralmente os melhores mundiais. A “tiragem” de um taco pode também ser limitada. Se é um jogador amador e ainda lhe falta adquirir esta peça fundamental não se assuste com os números atrás descritos, pois basta-lhe despender entre 200 e 250 euros. A manutenção Resta acrescentar que a única manutenção tem a ver com a sola e a ponteira. O que é necessário evitar a todo o custo pois pode provocar danos irreparáveis é a sujeição do taco a grandes diferenças de temperatura e à humidade. |
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